quinta-feira, 17 de setembro de 2009

DIETA E EXERCÍCIOS : prevenção do câncer de intestino

O alto consumo de alimentos industrializados e a baixa ingestão de fibras, aliados à vida sedentária, pode causar câncer de cólon e reto, conhecido popularmente como câncer de intestino. Ele é um dos dez tipos de câncer mais incidentes no Brasil que atinge homens e mulheres de diferentes idades, principalmente entre 30 a 60 anos. Por isso, os especialistas do Núcleo de Estudos Oncológicos de Curitiba, destacam a importância de uma alimentação balanceada e da prática de atividades físicas para a prevenção do câncer colorretal.
Em relação à dieta, a gordura animal é considerada uma das maiores vilãs para o intestino. O alto consumo de carnes vermelhas causa acúmulo de ácidos graxos, contidos nesses alimentos, e de substâncias que se formam durante o preparo das carnes, além das altas temperaturas, como as aminas e os hidrocarbonetos aromáticos.
Já as frutas e verduras, devido ao alto teor de nutrientes ,substâncias antioxidantes e fibras, reduziriam a capacidade de proliferação das células, ajudando a prevenir a doença. "Uma dieta pobre em frutas, verduras e legumes e ricas em gordura animal, pode ser responsável por 66% a 75% dos casos de câncer de cólon e reto", explicam os especialistas.
A prática regular de exercícios pode diminuir o risco de doenças em até 50%. O mecanismo ligado a isso está relacionado à diminuição do tempo de trânsito intestinal, o que minimiza o contato de carcinógenos ( toxinas) com as células do intestino. Uma hipótese dos cientistas é que a atividade física poderia alterar os níveis de prostaglandinas (substãncias inflamatórias) melhorando o sistema imunológico e modificando o metabolismo dos ácidos biliares.
Além do sedentarismo, estão entre os fatores de risco a idade superior a 60 anos, histórico familiar da doença (ter um parente de primeiro grau com câncer de intestino), síndromes genéticas, doenças inflamatórias crônicas de intestino, consumo excessivo de bebidas alcoólicas e gordura animal, tabagismo e obesidade.
Os especialistas ainda alertam que a melhor forma de lidar com o aumento da incidência e da mortalidade pela doença em todo o mundo é adotar um estilo de vida saudável como forma de prevenção. O melhor meio de detecção, nos dias atuais, ainda é o exame, a colonoscopia, principalmente se o paciente tem histórico de câncer na família.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

A dieta dos executivos de Wall Street

Os executivos de Wall Street ,Nova Iorque, ganharam um livro de dieta exclusivamente para eles!
Comer demanda tanto tempo quanto cozinhar. Mas como se alimentar de maneira saudável quando o relógio corre contra o tempo na louca rotina de trabalho? A nutricionista Heather Bauer tem a resposta de como não trocar mais refeições por sanduíches apressados ou por salgadinhos tão gordurosos quanto práticos. Com base em estudos sobre o estilo de vida e os hábitos alimentares de grandes executivos, ela criou “ A dieta de Wall Street “ , um plano simples para executivos de sucesso que não têm tempo para pensar em dietas e sendo também um guia para quem quer ficar em forma.
No livro, lançado no Brasil pela editora Rocco, a nutriconista ensina os executivos e todos que lidam com estresse e falta de tempo, a adaptar sua alimentação à correria do dia a dia - e não o contrário.
Portanto, sendo ou não um executivo de Wall Street a leitura é bem-vinda!

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Seu prato tem minerais

Os minerais como zinco, manganês e selênio são fundamentais para a realização de todas as atividades metabólicas do nosso organismo e cada vez mais alvos de pesquisas na área nutricional em todo o mundo. Esses micronutrientes são capazes de reduzir o risco de câncer, diabetes, complicações cardiovasculares e ainda melhoram o humor.
As deficiências de grande parte desses minerais são comuns na dieta dos brasileiros, tanto pela falta de acesso aos alimentos, como por erros no momento de escolher o que colocar no prato. A carência que observamos hoje tem muito a ver com o estilo de vida moderno. Há uma substituição dos alimentos mais ricos em minerais, vitaminas e fibras por outros que são pobres nesses nutrientes , ricos em calorias e que contêm grande quantidade de gordura saturada.
A correção da dieta é ponto chave para usufruir dos benefícios dos minerais.No entanto, a suplementação é indicada em situações específicas, em que a deficiência for detectada por meio de testes nutricionais e clínicos e, ainda assim, deve ser feita sob acompanhamento de um profissional especializado. Tudo isso porque, em excesso, os minerais podem ser tóxicos.
Confira boas fontes de alguns minerais:

- Selênio - castanha-do-brasil (1 unidade contém até 250 mcg); salmão grelhado (1 filé pequeno, 40 mcg); frango grelhado (1 filé pequeno, 20 mcg)
- Magnésio - sementes de abóbora (1/2 xícara de chá contêm 303 mg); Caju (1/2 unidade, 157 mg); amêndoas (em 13 unidades, 119 mg)
- Cromo - suco de uva (em 250 ml, 8 mcg); purê de batata (1 xícara contém 2,7 mcg); banana-prata (em 70 g ou 1 unidade, 1 mcg)
- Manganês - gérmen de trigo (1 colher de sopa contêm 2,8 mg); noz-pecã (em 60 g ou 12 unidades, 2,68 mg);
- Zinco - 1 bife pequeno de carne vermelha contém 8,5 mg; ostras cozidas (15 g contêm 6 mg); grãos de soja cozidos (em 86 g ou uma concha pequena, 4,1 mg); amendoim (em 72 g ou 1 pires de café, 3,5 mg);
Fonte : Biodisponibilidade de Nutrientes, de Silvia Franciscato Cozzolino